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Natal: beautiful beaches, sunny weather and nice people

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Brazil is known by its beautiful beaches, the warm weather and the nice people. Natal, in northeast Brazil, is one of the perfect places that join all of these ingredients.

Natal is a sunny city, all year long. And the sunny weather is just perfect to visit the city and its astonishing sightseeings.
Natal is the capital of the state Rio Grande do Norte. Besides its beautiful beaches, with blue-colored water, Natal is known by its dunes. From them, you can contemplate breathtaking views. You can visit them riding a 4-track-jeep.

During your jeep ride, you can also try some activities that you cannot find in other destiny. We are talking about skibunda and aerobunda. In the first one, you go down a dune using a piece of wood. It´s quite fun. The other option is aerobunda, where you go down to a lake by a tyrolean. You end up in the refreshing water and come back up by a traction car. It´s also quite enjoying.

After these activities, you may want to relax drinking a beer and eating a pastel de camarão (shrimp pie) in some bars at the beaches.

There are many jeep tours. One of them lead to the biggest cashew tree in the world. You can also, though, do the trip by yourself, with a rented car.

Visiting this tree is interesting because of the unusual tree and also because of the ocean view from the top of this cashew tree.

If you have enough time and a rented car, you can go a little further and reach the famous beach of Pipa, 80 quilometers from Natal.

See below some of the tourist atractions in Natal and nearby:

- The Magi Fort;

- Diving at Maracajaú Parrachos;

- Genipabu Dunes;

- Pitangui Lake .

More posts in English at Viajante em Tempo Integral:

- São Paulo for foreigners;

- Rio de Janeiro: Rodrigo de Freias Lake;

- Rio de Janeiro: the Lage Park.

ÉRICA FRANÇA

Santo Antônio de Lisboa: o recanto charmoso de Floripa

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Restaurantes e lojas de artesanato ocupam o casario dos séculos XVII e XVIII

Restaurantes e lojas de artesanato ocupam o casario dos séculos XVII e XVIII

O distrito de Santo Antônio de Lisboa é um recanto especial nessa ilha paradisíaca que é Florianópolis. Fundada em 1698, com o nome de Nossa Senhora das Necessidades de Praia Comprida, cresceu no século XVIII com a chegada de imigrantes dos Açores (arquipélago colonizado por Portugal e localizado no litoral africano). Hoje, é um ponto turístico charmoso da capital catarinense, com suas lojas de artesanato e restaurantes.

Santo Antônio de Lisboa se manteve como um importante ponto de preservação histórica da cidade. Muitas das casas construídas e ocupadas pelos açorianos, nos séculos XVII e XVIII, continuam de pé.

Entre as mais antigas e importantes construções, está a Igreja Nossa Senhora das Necessidades, erguida na década de 1750. Tombada como patrimônio histórico do Estado, está em funcionamento até hoje e é um dos raros exemplos de preservação do barroco no sul do Brasil.

Santo Antônio de Lisboa é um dos melhores lugares para apreciar o por do sol

Santo Antônio de Lisboa é um dos melhores lugares para apreciar o por do sol

Os passeios pelo distrito estão entre os mais deliciosos programas para se fazer na cidade. Caminhar entre o casario antigo se torna ainda mais interessante porque muitas das antigas residências deram espaço para lojinhas de artesanato e souvenires. Alguns produtos vendidos ali reproduzem a arte dos antigos açorianos, mas há também as conhecidas lembranças que remetem a outros recantos de Florianópolis.

Nem é preciso se preocupar com a alimentação durante o passeio, já que o distrito abriga alguns dos melhores restaurantes da cidade. A maioria é especializada em frutos do mar e serve pratos deliciosos como ostras gratinadas, polvo ao molho tarê e tainha grelhada. Mas quem procura pratos como paella não vai se decepcionar.

Em nosso passeio, conhecemos o aconchegante Villa do Porto,  instalado em um edifício construído em 1840 e que serviu de hospedagem para o imperador D. Pedro II. Outras opções são o Rosso Restro e o Bate Ponto, todos com vista para o mar.

E por falar em mar, a praia de Santo Antônio de Lisboa é um dos melhores locais em Florianópolis para apreciar o por do sol. A estreita faixa de areia, somada aos barcos ancorados ali perto, formam um cenário perfeito para encerrar um gostoso dia de passeio. Ou, mesmo, para iniciar uma noite animada.


TEXTO E FOTOS: FÁBIO MENDES


Leia mais:

- Praia da Daniela

 

Praia da Daniela: um oásis de calmaria em Florianópolis

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Calmaria é a tônica na praia da Daniela

Calmaria é a tônica na praia da Daniela

Quando se fala em Florianópolis, as imagens que vêm à mente são de agitação pura: muito surf, ondas nervosas ou baladas incandescentes rolando noite afora, turistas vindo de toda a América do Sul para curtir suas belas (e animadas) praias. Mas nem só de burburinho vive a orla da capital catarinense: há alguns oásis de tranquilidade, tanto nas águas quanto nas areias. Uma delas atende pelo nome de praia da Daniela.

Antes de falar sobre o local, vamos a uma dica fundamental: tente visitar a região em outubro. As temperaturas voltam a subir nessa época do ano, as chuvas ainda não são tão frequentes e o mais importante: a horda de turistas que invadem a ilha (e congestionam todas as vias) ainda não chegou.

Localizada na região noroeste da ilha, a praia da Daniela está em um dos trechos mais tranquilos do litoral. Por isso, ela é perfeita para quem vai viajar à cidade com crianças: as ondas são suaves, quase inexistentes. Em alguns momentos, a impressão é de estar em um grande lago. A largura da faixa de areia é relativamente pequena, mas ela é comprida o bastante para permitir que a gurizada corra sem medo de ser feliz (e sem preocupar os zelosos papais).

O bairro onde está localizada a praia é outro recanto de tranquilidade. Totalmente plano, com ruas largas e sossegadas, é repleto de casas grandes e espaçosas, muitas delas sendo reservadas para temporadas, feriados ou finais de semana. Para quem não curte a opção, há algumas pousadas e hotéis, próximos à avenida e em uma região um pouco (só um pouco) mais agitada.

Faixa de mangue separa praia do bairro

Faixa de mangue separa praia do bairro

Vale citar duas curiosidades sobre a praia da Daniela. A primeira é que está próxima a um grande manguezal, transformado em parque Estadual. É a região mais ao sul do Brasil a registrar esse tipo de vegetação. Entre o bairro e o mar, há um pequeno trecho desse mangue. Ele não oferece nenhum tipo de obstáculo, nem mesmo às crianças. Mas convém abusar do repelente, pois os mosquitos podem incomodar.

A segunda curiosidade é que ela se situa em uma ponta de areia, quase uma península, circundando o bairro de mesmo nome. Por isso, a praia se estende como um semicírculo sobre o bairro, com uma face norte (com águas tranquilas como uma piscina) e outra ao sul, com vista para o resto da cidade e com águas bem mais agitadas. Aqui, não convém entrar na água, pois as correntes são fortíssimas. Por aqui, o negócio é mesmo pescar e contemplar o belíssimo visual da cidade, incluído a mítica ponte Hercílio Luz.

Como a Ponta da Daniela é uma área não muito extensa, há duas formas de visitar as duas faces da praia. Uma é sair da areia, atravessar o bairro e chegar à outra praia sem caminhar muito. Pode-se também circundar toda a região pela praia, mesmo. A caminhada rende de um a dois quilômetros, mas a beleza do visual faz com que o esforço seja imperceptível.

Como chegar
Você está cansado de tanta tranquilidade e quer um pouco de agitação? Não tem problema: as baladas praias de Jurerê e Canasvieiras estão bem próximas, a 5 e 11 quilômetros, respectivamente.

Ah, a praia da Daniela está a 23 quilômetros do centro de Florianópolis. Para chegar lá, basta seguir pela rodovia SC-401 até o primeiro viaduto após o pedágio. Pegue o acesso para esta ponte e siga no sentido Jurerê. A partir daí, é só seguir as placas.

Museo de la Pasión Boquense: para os loucos por futebol

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Mais de 100 anos de história do Boca Juniors estão resumidos no museu

Mais de 100 anos de história do Boca Juniors estão resumidos no museu

Um dos programas clássicos de quem vai a Buenos Aires é conhecer La Bombonera, o mítico estádio do Boca Juniors. A casa do mais popular clube de futebol da Argentina abriga muita mística, sangue, suor e história. Tudo isso devidamente guardado para a posteridade no moderno Museo de la Pasión Boquense.

O estádio e o museu estão a apenas dois quarteirões do Caminito, outra conhecida atração turística da cidade. Logo ao longe, é possível ver a estrutura de concreto que abrigas as famosas arquibancadas inclinadas, quase verticais. La Bombonera assim foi construída para que o estádio pudesse comportar o maior número de pessoas possível em um terreno exíguo.

Oficialmente denominado Alberto J. Armando, o estádio ganhou o apelido de La Bombonera por se assemelhar a uma caixa de bombons. Mas quando está cheio, a impressão é de uma câmara de eco, graças à sua arquitetura incomum e o fanatismo dos “xeneize”.

Ainda caminhando pelos arredores do estádio, é possível encontrar várias lojas de souvenires do clube, que vendem desde chaveiros até bandeiras e DVDs. Próximo à entrada do clube, a primeira exibição de glória do time: um mural com 21 estrelas, simbolizando os maiores ídolos do clube, com destaque para Don Diego Maradona. Entre os eleitos, está o centroavante brasileiro Paulinho Valentim, que jogou no clube nos anos 1960.

O Museu
Autoproclamado “o primeiro museu de futebol da América Latina”, ele serviu como influência para o Museu do Futebol, em São Paulo, ao combinar tradição com modernidade. Ao mesmo tempo em que evoca os tempos românticos do futebol argentino, o local usa e abusa da tecnologia, com vídeos, totens interativos e muita informação disponível em formatos digitais.

Recursos tecnológicos são muito bem explorados no museu

Recursos tecnológicos são muito bem explorados no museu

Logo à entrada há um corredor com uma extensa galeria com todos os jogadores que já atuaram pelo clube na era profissional. Em uma sala anexa, um espaço mais nobre aos maiores ídolos, como Francisco Varallo, Jaime Sarlanga e, claro, Diego Maradona.

Outras seções mostram a história do bairro da Boca, formado por proletários e imigrantes pobres, e a saga do estádio La Bombonera. Mais à frente há a galeria de títulos, com televisores exibindo imagens de acontecimentos do mundo, da Argentina e do clube nos anos em que se sagrou campeão.

O passeio pode incluir a visita às arquibancadas e à geral

O passeio pode incluir a visita às arquibancadas e à geral

No andar superior, mais glórias. A sala de troféus exibe as principais taças obtidas pelo clube xeneize e muitos objetos preciosos, alguns remetendo a derrotas. Como a camisa que Pelé usou na final da Libertadores de 1963, jogada em La Bombonera e vencida pelo clube paulista (o Boca só voltaria a perder em casa nesta competição em 1994).

Uma atração interessante é o cinema 360º, que mostra a paixão da torcida pelo clube e também o duro caminho enfrentado pelos jovens jogadores, desde as categorias de base até a glória como titular.

Para completar, há a possibilidade de conhecer o interior do estádio, passar pelas arquibancadas e também pela geral, onde os torcedores acompanham o jogo em pé e celebram os gols subindo no alambrado. Infelizmente, isso não é permitido aos visitantes. Mas quando fui ao estádio, não houve nem tempo de a guia avisar da proibição: já havia cinco brasileiros encarapitados lá no alto, vivendo seus momentos de xeneize. Sim, o Boca fascina.

Museo de la Pasión Boquense

Endereço: Brandsen 805, Boca
Horário: Todos os dias, das 10 às 18 horas
Preço: AR 75 (museu), AR 80 (visita express + museu) e AR 90 (tour + museu). Menores pagam, respectivamente, AR 50, AR 55 e AR 65.

 

Leia mais:

Matérias compiladas de Buenos Aires

Estádio Centenário, em Montevidéu.

 

FÁBIO MENDES
FOTOS ÉRICA FRANÇA E DIVULGAÇÃO

Itamaraty: a casa de uma tradição brasileira

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Palácio Itamaraty foge do padrão arquitetônico da Esplanada

Palácio Itamaraty foge do padrão arquitetônico da Esplanada

Esqueça o que o porta-voz do governo israelense disse sobre o Brasil: desde o início da República, o país firmou importantes ações diplomáticas, que repercutem até hoje. Muitas dessas conquistas repousam no Palácio Itamaraty, a sede do Ministério das Relações Exteriores, instalado próximo do Congresso Nacional.

Assim como o Palácio da Justiça, o Itamaraty foge ao padrão arquitetônico dos prédios que compõem a Esplanada dos Ministérios. Sua bela fachada repleta de arcos é adornada por um lago artificial, artifício utilizado em muitos pontos da cidade não só como elemento decorativo, mas também para atenuar a secura do ar brasiliense (a umidade relativa do ar frequentemente vai a menos de 20%). Sobre as águas, repousa a escultura “Meteoro”, de Bruno Giorgi, que representa a união dos cinco continentes.

"As Gêmeas", de Ceschiatti

“As Gêmeas”, de Ceschiatti

No térreo, há um jardim de plantas amazônicas projetado pelo paisagista Roberto Burle Marx. Assim como o lago, ele também tem a função de amainar o ar seco da região. Logo de cara, chama a atenção do vão livre, de 2.800 m2, e a escadaria suspensa, grandes sacadas de Niemeyer, que dão um ar de imponência ainda maior ao interior.

Espalhadas entre as alas e corredores do edifício, estão importantíssimas obras de arte, como o quadro “Coroação de D. Pedro”, de Debret, e duas criações de Cândido Portinari (“Gaúchos” e “Jangadeiros”). Na mesma ala, repousa uma réplica, em tamanho reduzido, do famoso “Grito do Ipiranga”, de Pedro Américo. O original está no Museu Ipiranga, em São Paulo.

Há ainda afrescos de Alfredo Volpi e a escultura em bronze “As Gêmeas”, de Alfredo Ceschiatti, esta na parte externa da cobertura, onde há mais um jardim e uma bela vista para os edifícios da região.

Um pouco de história
Itens de grande importância histórica também integram o acervo do Palácio Itamaraty e podem ser apreciadas em visitas guiadas. Um deles é a mesa de jacarandá que foi utilizada pela Princesa Isabel, em 1888, para assinar a Lei Áurea.

O edifício possui ainda documentos e murais que remetem a dois dos principais nomes da história da diplomacia brasileira: José Maria da Silva Paranhos Júnior, mais conhecido como Barão do Rio Branco, e Oswaldo Aranha. O primeiro consolidou as atuais fronteiras brasileiras, vencendo diplomaticamente disputas por territórios.

Amplo vão livre e a escadaria suspensa chamam a atenção

Amplo vão livre e a escadaria suspensa chamam a atenção

O segundo foi Ministro das Relações Exteriores no governo de Getúlio Vargas e se tornou Secretário-Geral da ONU, cargo máximo da entidade. Sua atuação foi fundamental para a criação do Estado de Israel (vejam vocês), em 1947.

O Palácio Itamaraty possui visitas guiadas, inclusive em inglês, de segunda a sexta-feira, às 14 horas e às 16h30. Aos sábados e domingos, os passeios internos ocorrem às 10 horas e às 15h30.

Texto e fotos: Fábio Mendes

Congresso Nacional: nos corredores do poder

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O prédio do Congresso Nacional intimida. E fascina

O prédio do Congresso Nacional intimida. E fascina

Não há como negar: o imponente e belíssimo prédio do Congresso Nacional Brasileiro fascina. Projetado por Oscar Niemeyer, ele reúne as sedes do Senado e da Câmara dos Deputados. É ali que se decide boa parte dos destinos brasileiros, tanto ou mais que no Palácio do Planalto, sede da presidência, ou no Supremo Tribunal Federal.

Ao longe, já somos impactados pelas torres do complexo e, ao nos aproximarmos, a impressão é ainda mais forte. Aumenta a curiosidade para entrarmos e conhecermos um pouco mais as entranhas do poder.

O Salão Negro é a entrada principal para o edifício e dali se tem uma bela vista da Esplanada dos Ministérios, mas o interessante está na parte de dentro. Logo à esquerda está o Salão Nobre, onde ocorre a recepção de convidados oficiais.

Neste mesmo local funciona o Museu Histórico Itamar Franco. O salão abriga fotos de todos os presidentes do Senado, desde a Independência até os dias de hoje. Há ainda objetos antigos que pertenceram aos palácios Conde dos Arcos e Monroe, antigas sedes dos senadores quando o Rio de Janeiro era a capital. É possível ver as antigas mesas, fabricadas em 1867, e microfones utilizados pelos parlamentares nos anos 40 e 50.  Destaca-se também o quadro de Gustavo Hastoy, que reproduz o momento da assinatura da Constituição de 1891, a primeira do período republicano.

Museu do Senado preserva a memória da antiga capital

Museu do Senado preserva a memória da antiga capital

Outro setor aberto a visitas é o Salão Verde, no setor da Câmara dos Deputados. Ali também há retratos com os presidentes da Casa e maquetes dos projetos de Lúcio Costa e Niemeyer. Um guia passa informações sobre a construção de Brasília e o funcionamento do Congresso. Para quem está interessado em “bastidores” vai curtir o entra e sai dos jornalistas e funcionários que ocorre nos corredores próximos.

Em algumas alas e corredores, é possível vislumbrar grandes obras de arte, como pinturas de Di Cavalcanti e Caribé, além de trabalhos produzidos por Maria Bonomi e Fayga Ostrower. Em vários andares, existem pequenas galerias e espaço para exposições provisórias e permanentes.

Para muitos, no entanto, o principal ponto a conhecer são os dois plenários. Tanto o da Câmara quanto o do Senado estão abertos para visitas, quando não há sessões. Em dias de votação, o acesso é permitido somente nas galerias, que é o espaço destinado à população.

Saiba mais

Plenário da Câmara dos Deputados

Plenário da Câmara dos Deputados

As visitas ocorrem diariamente, das 9 às 17 horas. Às terças e quartas-feiras, o atendimento é somente para quem fez agendamento. Grupos com mais de 15 pessoas devem marcar hora, para serem atendidos pelos guias.

O Museu Histórico Itamar Franco funciona de segunda a sexta, das 9 às 13 horas e das 14 às 18 horas. Nos finais de semana e feriados, das 9 às 18 horas.

Portadores de deficiência ou pessoas com dificuldade de locomoção também devem agendar sua visita com antecedência.

Fiquem atentos à indumentária: são vetados visitantes de shorts ou bermudas, camisetas regata, chinelos e minissaias. A exceção é para crianças de até 12 anos.

Telefones: (61) 3303-4671/1588 (de segunda a sexta)
(61) 3303-4410 (fins de semana e feriados)

Texto e Fotos: Fábio Mendes

 

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Palácio da Alvorada