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Para gostar de Santos III: Aquário Municipal

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Um dos parques municipais de maior visitação do Estado de São Paulo, o Aquário Municipal de Santos é também um passeio obrigatório para a criançada. Visitando o local é possível perceber o quanto os pequenos se divertem ao se sentirem dentro do filme Procurando Nemo.

Anderson Bianchi/Prefeitura Municipal de Santos

Anderson Bianchi/Prefeitura Municipal de Santos

Os moradores do aquário ficam divididos em tanques: o oceânico, o amazônico, o das tartarugas e o dos pinguins, aqueles fofos. E há ainda o espaço reservado à estrela maior do aquário, o lobo marinho.

Por toda a fama do aquário, eu o imaginava um pouco maior. Mas a visita não chegou a ser frustrante, pelo contrário. Foi divertida e valiosa. Os arredores do aquário também convidam para uma caminhada em um dia de sol. Se você se render ao ócio por ali mesmo, vai aproveitar bem o dia, certamente.

Re Sarmento/Prefeitura Municipal de Santos

Re Sarmento/Prefeitura Municipal de Santos

Rogério Bomfim/Prefeitura Municipal de Santos

Rogério Bomfim/Prefeitura Municipal de Santos

Ao entrar no aquário, há uma pequena sala (um cineminha) com informações sobre o espaço e sobre as espécies. Seguindo por um comprido corredor, é possível ver as diversas espécies de peixes e crustáceos em seus tanques.

Mais ao final, estão os pinguins e o lobo marinho. Na saída do aquário, há uma loja de souvenirs para criança nenhuma botar defeito. O difícil são os pais conseguirem convencer os pequenos a sair sem nenhuma pelúcia de peixe, tartaruga ou pinguim.

Rogério Bomfim/Prefeitura Municipal de Santos

Rogério Bomfim/Prefeitura Municipal de Santos

Deck do Pescador
Saindo do aquário, as crianças podem querer aproveitar o espaço da praça em frente para correr, brincar, comer pipoca ou algodão doce. Voltando um pouco na avenida, está o trecho final da praia. Se o dia estiver ensolarado, aproveite para um mergulho. É desta região que saem os passeios de escuna.

E, à direita, seguindo a mureta do mar, onde já não há mais praia, siga menos de dois quarteirões e chegue ao Deck do Pescador. A entrada é gratuita e o deck conta com bancos e um pequeno café. Aprecie o mar, observe os pescadores e curta a leseira de um sábado ou domingo de sol. Se for temporada de navios, o deck deve estar mais cheio. Procure um lugarzinho para ver de perto a passagem dos transatlânticos.

Candido Gonzalez/Prefeitura Municipal de Santos

Candido Gonzalez/Prefeitura Municipal de Santos

Serviço:
O aquário fica na avenida Bartolomeu de Gusmão s/n, na Ponta da Praia. Aberto de terça a sexta-eira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 20h. O ingresso custa R$ 5. Menores de 12 e maiores de 60 anos não pagam pela visita.

Leia também:

- Pinacoteca Municipal Benedito Calixto;

- Orquidário Municipal.

ÉRICA FRANÇA

 
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Escrito por kikafranca

22 de abril de 2013 em 22:00

Viajante em Tempo Integral no Turomaquia

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Gente, estou muito feliz.

Preparei com carinho uma Bucket List, aquela listinha básica de desejos de viagens. E a enviei para a Patrícia Camargo, do site Turomaquia. E não é que ela, super fofa, publicou a lista?

E ainda acrescentou fotos lindas ao texto, algumas dela mesmo. Confiram lá.

Entre os lugares que quero muito conhecer, estão Santorini e Meteora, na Grécia, e o Pantanal, no Brasil. Espero, nesta encarnação, conhecer tudo isso.

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ÉRICA FRANÇA

Escrito por kikafranca

12 de março de 2013 em 17:21

Publicado em Destinos Brasil

Lisboa: o que fazer no bairro de Belém

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Em Lisboa, um dos bairros mais emblemáticos é Belém. Bairro banhado pelo rio Tejo, de lá saíam as embarcações rumo ao Novo Mundo e às Índias.

Em Belém, não deixe de visitar:

1 – Torre de Belém
O monumento é um dos cartões postais de Lisboa. Suba até o alto (as escadas são íngremes e não dá muito bem para pessoas subirem e descerem ao mesmo tempo). De cima, você vê o Tejo à sua frente e imagina como seria a partida das naus em busca de novas rotas comerciais. E imagina um português chegando ao Brasil. Deve ter sido uma grande aventura.

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2 – Padrão dos Descobrimentos
O monumento é de 1960 e homenageia os navegadores. Quando o olhei, lembrei-me imediatamente do Monumento às Bandeiras, em São Paulo, de Victor Brecheret. Mas é apenas uma comparação boba. Também dá para subir no Padrão dos Descobrimentos e também dali a vista é acachapante. De um lado, o Tejo e a Torre de Belem. Abaixo, um relógio solar. E, do outro lado, o belo e grandioso Mosteiro dos Jerônimos.

Vista a partir do Padrão dos Descobrimentos

O "deixa-que-eu-empurro" lusitano

O “deixa-que-eu-empurro” lusitano

3 – Mosteiro dos Jerônimos
Monumento grandioso e imponente, abriga os corpos de Vasco da Gama, Fernando Pessoa e Camões. Só por isso valeria a visita. Mas a arquitetura também é linda.

4 – Pastéis de Belém
Sabe aqueles adoráveis pasteizinhos de Belém? Pois é, você não pode visitar o bairro e não experimentar esta delícia. A confeitaria Pastéis de Belém fica localizada próxima do Mosteiro dos Jerônimos. Sempre há filas na porta, mas encare-as sem medo, pois vale a pena. No fundo da loja, há mesas com cadeiras para você comer em paz seus doces.

5 – Centro Cultural de Belém
Do alto do Padrão dos Descobrimentos, também é possível avistar o grandioso Centro Cultural de Belém. Ali, fica o Museu Coleção Berardo.

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Leia mais sobre Lisboa e as cidades dos arredores.

ÉRICA FRANÇA
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Escrito por kikafranca

18 de fevereiro de 2013 em 19:06

Mosteiro dos Jerônimos, um encontro com a própria história

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Não sou muito de poemas, mas há um que sempre me emociona. Trata-se de um soneto de Camões, chamado Alma minha gentil, que te partiste. Por incrível que pareça, lembro-me do poema quase todo, tendo-o lido, pela primeira vez, durante a adolescência.

A mesma emoção que sinto ao ler a poesia, senti quando visitei o túmulo do poeta português Luís Vaz de Camões, no Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa.

Conversei com o grande poeta e lhe contei como ficava feliz de saber quer ele havia feito uma obra tão bela. Também encontrei, nesta visita, o navegador Vasco da Gama, cujos restos mortais também estão no mosteiro. E, ainda, outro escritor português, o Fernando Pessoa.

Visitar o Mosteiro dos Jerônimos, construído no século XVI, é como encontrar um pouco de nós mesmos. Uma viagem a Lisboa não é exatamente de auto-conhecimento, não se trata de um retiro espiritual. Mas reconhecer nossas raízes nos estimula a continuar nossa caminhada para fazer um presente e um futuro melhores. A gente sente que tudo aquilo ali faz parte de nossa história. E faz, realmente.

O Mosteiro dos Jerônimos é, sem dúvida, um dos passeios indicados em Portugal.

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Além da viagem no tempo, a arquitetura é belíssima. O mosteiro pode ser visto, por inteiro, a partir de outro monumento – o Padrão do Descobrimento.

Ao ingressar na igreja, você se sente pequeno tamanha grandiosidade. E este era o objetivo mesmo. As grandes igrejas tinham a intenção de marcar a importância do catolicismo na vida das pessoas. Como a religião, o monumento é grande, imponente, marcante.

Ao sair da Igreja e entrar nos claustros do mosteiro, a aula de história e o passeio pela arquitetura continuam. Deparei-me com um grande pátio – ao redor, corredores e, no centro, um jardim bem cuidado, aberto, recebendo a luz do sol.

Dentro do mosteiro, há uma sala com o túmulo do soldado desconhecido. Nos cômodos, você reconhece (ou lê nas placas informativas) os quartos dos monges, o refeitório e as salas de orações.

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Se você planeja uma viagem a Lisboa, coloque o Mosteiro dos Jerônimos na sua lista. Na região de Belém, há mais o que visitar – Torre de Belém, Padrão do Descobrimento, a loja dos famosos pastéis de Belém.

Se você ainda não tem data para esta viagem, faça a visita virtual ao Mosteiro dos Jerônimos aqui.

Serviço:
Onde: Próximo à Estação Belém de trem (dá para fazer baldeação a partir do metrô)
Horários: De outubro a abril, das 10h às 17h30
De maio a setembro, das 10h às 18h30
Ingresso: O ingresso custa 7 euros. Você pode comprar um ingresso que serve tanto para o mosteiro quanto para a Torre de Belém por 10 euros
Aos domingos e feriados, a entrada é gratuita até as 14h.

Leia também:
- Lisboa e arredores

Quer ler o poema de Camões?
- Alma minha gentil, que te partiste

ÉRICA FRANÇA

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Escrito por kikafranca

7 de fevereiro de 2013 em 16:15

Bixiga: cantinas italianas e tradição paulistana

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Comer, comer e comer. E que outra experiência é tão boa em uma viagem?

Tá bom, existem muitas coisas enriquecedoras quando conhecemos um novo lugar. Mas uma das melhores, sem dúvida, é descobrir sabores e comer sem medo nem culpa.

Um dos melhores lugares para se esbaldar na comilança é São Paulo. E, dentro da metrópole, adoro o Bixiga, bairro das cantinas italianas.

Uma visita à Festa da Achiropita, realizada em agosto, é boa. Mas a festa é cheia, movimentada, há alguma bagunça por ali. Bom mesmo é dar um passeio pela 13 de Maio (A rua das cantinas) fora da festa e descobrir cada novo restaurante que há por ali.

Abaixo, indico alguns. Mas entre nas menores portinhas e descubra os melhores pratos e as figuras mais interessantes deste bairro.

Roperto
Inaugurado em 1942, é tradicional entre as cantinas. Suas massas são estupendas e há sempre música e cantoria durante o jantar. O restaurante é disputado nos finais de semana.

Roma
A Gran Roma Trattoria Belvedere tem alguns atrativos além da excelente (e bem servida) comida.

Dois músicos tocam de mesa em mesa todo tipo de música. Faça seu pedido e acompanhe-os cantando junto.

O dono do restaurante já foi até calouro do Sílvio Santos. Acho mesmo que ele abriu o restaurante para ter um lugar onde soltar a voz para chamar de seu. Quando ele abre a boca, sai um vozeirão surpreendente.

Além disso, o atendimento é muito bom. O ambiente é simples, sem requintes e familiar. Gosto muito.

Pelas paredes, cartazes de Roma e quadros com notícias sobre as apresentações do dono da cantina, seu Sexto.

Pizzaria Speranza 
Também bem tradicional em São Paulo, a pizzaria é concorrida e, em sua porta, formam longas filas no sábado à noite.

Mas a espera vale a pena, porque a pizza é realmente boa. E já costumo achar a pizza paulistana boa até em lugares bem simples.

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Cantina Conchetta
Mais um restaurante onde o personagem da casa vale a visita. No lugar, rola um rodízio de massas para glutão nenhum botar defeito. Custa R$ 35 por pessoa.

Além de comer bem, você vai lendo nas paredes as reportagens com o proprietário da cantina, seu Walter. Ele é um defensor da cultura do bairro do Bixiga e um dos organizadores da festa de aniversário de São Paulo e da distribuição do tradicional e gigantesco bolo em homenagem à cidade.

Walter

Villa Tavola
Este restaurante tem o ambiente mais requintado do que os anteriores e, por isso, para mim, não tem tanta graça. Mas não posso negar que a qualidade da comida e o atendimento são excepcionais.

Mais atrações
Igreja Nossa Senhora Achiropita e Feira d eAntiguidades
E em um dia tranquilo, aproveite o passeio para conhecer a igreja de Nossa Senhora Achiropita. Há uma abóboda central linda, toda pintada. E a imagem da santa que dá nome à igreja, à festa, às obras sociais desenvolvidas no Bixiga. Faça um pedido e volte sempre para agradecer.

Se você for ao bairro no domingo, há uma feira de antiguidades durante a tarde, na praça Dom Orione, em frente ao restaurante Villa Tavola.

Leia mais sobre São Paulo:

- Todos os posts de São Paulo no Viajante em Tempo Integral

ÉRICA FRANÇA
Fotos: Bairro – Caio Pimenta; Pizza e seu Walter – Divulgação

Escrito por kikafranca

30 de janeiro de 2013 em 16:09

Um final de semana perfeito em São Paulo

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Livraria Cultura, no Conjunto Nacional

Livraria Cultura, no Conjunto Nacional

Gosto tanto desta cidade que não consigo imaginar apenas um dia perfeito em São Paulo. Para aproveitar a maior capital do Brasil – como ela e você merecem – é preciso mais tempo.

No entanto, tentei montar um roteiro especial para ser feito no aniversário da cidade, com direito a um pouquinho de tudo. Não consegui. Então, segue um roteiro para um final de semana como o que segue, prolongado – com atrações para sexta-feira, sábado e domingo. Assim, você pode adaptar as dicas de acordo com o tempo que passará na cidade. As recomendações também podem ser seguidas no Carnaval.

Muita coisa ficou de fora, claro. Cabe a você, agora, montar também sua lista de favoritos.

Na página de Notícias, você também encontra atividades especiais que marcarão o aniversário do município. E não se esqueça da Ciclofaixa. Elas funcionam aos finais de semana e feriados e ligam parques da cidade, além de estarem presentes também na avenida Paulista.

SEXTA-FEIRA

Manhã
1. Padaria Bella Paulista
Tome um recheado café da manhã com tudo o que você tem direito. Esta padaria, localizada na Haddock Lobo, 354, está sempre lotada, independemente do horário. Mas, de manhã, vale a pena esperar na fila para o bufê de café da manhã. Se não tiver paciência, vá no balcão mesmo.

Ressalto que, apesar de a padaria ser concorrida, o atendimento é muito bom. Se você se sentar no balcão, será rapidamente atendido, tudo virá da forma que você pediu e sem demoras. E eu nunca nenhum funcionário mau humorado. E eu me canso apenas de olhar a correria deles.

2. Masp

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Você já está mesmo na região da Paulista e não vai deixar de visitar o museu mais famoso da cidade.

Além de seu rico acervo, o museu se destaca pela arquitetura e o grande vão livre, onde há feiras de antiguidade, eventos e também manifestações populares.

Neste aniversário de 459 anos, o visitante pode ver duas exposições temporárias – uma com obras do próprio acervo – Deuses e Madonas, a Arte do Sagrado. E outra chamada Luzes do Norte – Desenhos e Gravuras do Renascimento Alemão na Coleção Barão Edmond Rothschild/Musée du Luvre

Leia mais sobre o Masp aqui.

Tarde
3. Almoço no Bixiga
O Bixiga é um dos redutos gastronômicos da capital. Ali, se concentram cantinas italianas. E, além das boas e bem servidas massas, há personagens impagáveis em cada restaurante, seja imigrante, organizador do bolo de aniversário, ex-cantor do Show de Calouros do Sílvio Santos.

Você pode passear pela rua 13 de Maio e escolher a cantina de acordo com seu feeling mesmo. Mas se quiser acertar de vez, pode escolher entre as cantinas Roperto, Conchetta  ou Roma. O Villa Tavola é mais requintado e menos “cantina”, mas a comida também é ótima.

4. Passeio pelo Parque Ibirapuera

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Fartou-se com muita massa? Então passe o resto da tarde no Parque Ibirapuera, considerado o pulmão da cidade de São Paulo. No parque, há famílias, casais, esportistas. E espaço para bicicletas, patins, skates. Quem quiser descanso, pode contemplar o lago. E, se a busca é por algum programa cultural, ali dentro estão o MAM (Museu de Arte Moderna) e a Oca, sempre com exposições e diversos programas bacanas.

Noite
5. Vila Madalena
E é na Vila Madalena que o paulistano termina a noite. Muitos vão para os barzinhos da região mesmo durante a semana, para um happy hour ou antes de ir embora do trabalho, a fim de escapar do horário do rush e grande trânsito.

Na região, há bares e restaurantes para todos os gostos e bolsos. Passeie sem compromisso e sente na mesa que mais tiver a ver com você.

SÁBADO

Manhã
1. Pátio do Colégio
Comece o dia com um café e um salgado no Café do Páteo. Se tiver disposição, aproveite para conhecer o lugar, onde foi realizada a primeira missa da cidade.

2 – Roda de Samba e Choro
No fundo de uma loja de instrumentos no bairro da Luz, acontece aos sábados uma das melhores rodas de samba e choro da cidade, a roda da Loja Contemporânea.

O evento é gratuito e realizado das 9h às 14h. Os visitantes sentam em bancos de madeira ao redor dos músicos, que vão se revezando. É possível ver performances emocionantes de gerações que se encontram, como das meninas do Choro das Três com experientes do chorinho.

Endereço: Rua General Osório, nº 46 – Centro de São Paulo

3 – Mercado Municipal de São Paulo

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Você já comeu o lanche de mortadela do Mercadão? Então vá.

O prato é típico, mas o Mercadão oferece uma gama de opções. Há o mezanino com restaurantes e barracas de pastel e outras comidinhas. A arquitetura do lugar é um espetáculo à parte e o cheiro das frutas é de inebriar.

O Mercadão faz aniversário junto com São Paulo e completa, em 2013, 80 anos.

4 – Feira da Benedito Calixto
Mais chorinho? Também tem roda na feira Benedito Calixto, localizada entre as avenidas Henrique Schauman e Dr. Arnaldo.

Além disso, há barracas com antiguidades e raridades, roupas e acessórios. Ao redor da praça, bares e restaurantes. Em alguns, apresentações musicais.

A feira rola durante toda a tarde de sábado. A animação dos bares vai noite adentro.

5 – Rua Augusta
Se quiser esticar ainda mais a noite, a rua Augusta está novamente em seus tempos áureos. E, ali, paulistanos de todas as tribos se encontram para comer, ver filmes e badalar.

DOMINGO

Manhã
1 – Centro Cultural Banco do Brasil
Mais um café cultural. E que vale pelo local onde será tomado. O café do CCBB está dentro do charmoso prédio, que abriga exposições, mostras de cinema, apresentações musicais e diversos eventos.

2 – Feira da Liberdade
Adoro feirinhas. E São Paulo está cheia delas. No domingo, é dia de Feira da Liberdade, a feirinha oriental da cidade.

Além de artigos de decoração, vestuário e bonsais, os visitantes encontram muitas opções gastronômicas.

Passeie pela feira e já almoce por lá mesmo, seja nas barracas de rua ou nos restaurantes que circundam a feira.

3 - Jardim Botânico

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Não é só o Rio de Janeiro que tem seu Jardim Botânico. São Paulo também tem o seu e é muito lindo.

Embora não seja tão conhecido quanto o Parque do Ibirapuera, é um dos parques mais bonitos da cidade. Fica próximo ao Zoológico Municipal, também ótima opção para as famílias com crianças.

4 – Praça Roosevelt
Se você ainda estiver na cidade na noite de domingo e pode se dar ao luxo de curtir um pouco mais a cidade, uma pedida é a recém-reformada Praça Roosevelt, no centro, entre as ruas Augusta e Consolação.

A região tem cultura fervilhante e, além das salas de teatro, é cheia de bares, onde se reúnem atores, atrizes, escritores, músicos e por aí vai.

Leia mais aqui.

Mais sobre São Paulo:
- Veja aqui os posts compilados da cidade de São Paulo.

ÉRICA FRANÇA

Glaciar Perito Moreno: visual para guardar na memória

com 3 comentários

Existem atrações turísticas que, de tão impactantes, se transformaram em ícones até mesmo para quem nunca teve a oportunidade de vê-las de perto. É assim com o Cristo Redentor e a insuperável vista do Rio de Janeiro a partir do morro do Corcovado. Ou então com a antiga cidade maia de Machu Picchu, no Peru. Outra atração pronta para ser incluída nesta seleta lista é o Glaciar Perito Moreno, na Patagônia argentina.

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Toda esta região é repleta de geleiras, mas o Perito Moreno se destaca pelo fato de ser a única que (ainda) não é afetada pelo aquecimento global. Ao contrário das demais, não teve seu tamanho reduzido por causa da elevação de temperatura.

A geleira está a cerca de 80 quilômetros de El Calafate e a cidade é o principal ponto de partida para a atração, que recebe turistas o ano inteiro (especialmente no verão, vejam só). Ônibus fretados e os remises (vans e carros que fazem o serviço de táxi) levam até o local. Também é possível chegar de automóvel próprio ou alugado, mas dependendo da época do ano, é fundamental que o veículo tenha tração 4×4 e correntes nos pneus por causa da neve.

Indo de ônibus, a primeira parada acontece logo na entrada do parque. Dali é possível tirar as primeiras fotos do glaciar ao longe, mas já imponente.

A parada final ocorre em frente ao glaciar, onde uma rede de passarelas deixa o visitante ainda mais perto do gigante de gelo. Além de suas dimensões titânicas, o que mais atrai os turistas são os enormes blocos que se desprendem da geleira e caem no lago, provocando um grande estrondo. Trata-se de um espetáculo visual e sonoro.

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Trekking no Gelo

Se apenas contemplar esta grande maravilha da natureza é pouco para você, ainda é possível providenciar a cereja neste bolo: caminhar sobre a geleira. As operadoras de turismo proporcionam duas modalidades: o Minitrekking, com duas horas de caminhada, ou o Big Ice, em que o turista anda sobre a geleira por seis horas. Os passeios não são realizados entre meados de julho e de agosto.

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Eu escolhi o Minitrekking. Apesar de ser o passeio mais curto, oferece as mesmas atrações do maior. E que atrações são essas? Muitas.

Logo no início, barcos fazem a travessia para o outro lado do lago. Antes de iniciar a caminhada, há uma providencial parada para fazer um lanche e recuperar o ar. Sim, porque ele vai lhe faltar assim que as embarcações passarem perto, muito perto da geleira. Se você tiver a sorte de ver os blocos de gelo caindo bem do seu lado, agradeça imensamente.

O passeio propriamente dito acontece assim que os guias lhe ajudam a colocar os grampões nos calçados, acessório fundamental para caminhar sobre o gelo. Agora a diversão acontece de verdade.

Durante o passeio, é possível encontrar algumas cavernas formadas pelo degelo. Nestes locais, o gelo ganha tonalidades de azul quase alienígenas. Esses tons inusitados ainda serão encontrados durante todo o passeio – eles variam de acordo com a forma no glaciar a forma como a luminosidade natural incide sobre a região. É uma paisagem belíssima.

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Como belíssima é a visão do alto do glaciar. Ali é possível ver, dependendo do tempo, como é ele é ao fundo: um vale gigantesco coberto de gelo, recortando a cadeia de montanhas. E aqui vale a mesma lei do deserto: as distâncias são muito, mas muito maiores do que a visão faz parecer.

Ao chegar ao ponto mais distante do passeio, vem o grand finale: os trekkers são presenteados com uma dose de uísque. Com gelo, é claro, tirado do próprio glaciar pelos guias.

Serviço:
Entrada no parque: 70 pesos

Leia também:

- El Calafate;

- Buenos Aires: todos os textos do Viajante em Tempo Integral

FÁBIO MENDES (Marido convidado)
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Escrito por kikafranca

16 de janeiro de 2013 em 15:16

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